O programa "Big Brother Brasil 9" vai ficar marcado como a edição que menos atraiu atenção do telespectador. Nunca o reality show da Globo registrou médias tão baixas de audiência e marcou tão pouco share (porcentagem de TVs sintonizadas no universo de aparelhos ligados).
O programa estreou em 2001 e, desde 2005, a queda de ibope tem sido constante e sistemática (veja os números no quadro abaixo)
Na média, até a última segunda-feira, o "BBB 9" está com 31 pontos de ibope. Isso significa que a edição atual do reality tem 16% menos audiência que a última edição, e 24% a menos que a anterior, o "BBB 7".
Em comparação com o "BBB 5", campeão de audiência, há 35% menos telespectadores diante da TV este ano.
Do total de TVs ligadas ("share"), a porcentagem daquelas que sintonizam o programa também tem caído bastante desde 2005. Em 2001, por exemplo, no primeiro BBB, 61% das TVs ligadas sintonizavam o reality da Globo. Esse índice chegou a impressionantes 70% no "BBB 5". Agora, no "BBB9", caiu para 51%.
Ainda é uma liderança folgadíssima para a Globo, mas as curvas mostram claramente que o público, ano após ano, está perdendo interesse na casa e em seus personagens.
Apesar disso, conforme Ooops! antecipou em janeiro, o "BBB 9" ainda detem o título de o mais lucrativo da história da emissora.
Fonte: UOL
Big Brother Brasil 9 tem a menor audiência de todos
O governo federal vai aplicar neste mês R$ 216 milhões na compra de trigo, feijão, milho, arroz e sisal
O governo federal vai aplicar neste mês R$ 216 milhões na compra de trigo, feijão, milho, arroz e sisal, produtos que fazem da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), sendo R$ 78 milhões para Aquisições do Governo Federal (AGF) e R$ 138 milhões em Contratos de Opção.
Os recursos foram aprovados nesta semana, após reunião entre representantes da Conab, Banco do Brasil e ministérios da Agricultura e da Fazenda.
A maior parte será utilizado em aquisições no Rio Grande do Sul (12,5 mil toneladas de trigo, 30 mil t de arroz e 2,3 mil t de feijão), no Paraná (20 mil t de feijão) e em Santa Catarina (12,6 mil t de feijão). A outra parcela vai para compra de sisal na Bahia (700 t) e na Paraíba (1,5 mil t).
A estatal vai aplicar também recursos dos Contratos de Opção para compra de 58,3 mil toneladas de milho do Mato Grosso e de 233,9 mil t de trigo nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. A operação refere-se a contratos assinados no ano passado e que vencem em março. Por este sistema, o governo garante ao produtor a compra de seu produto, por um preço fixado no contrato. Esta é uma alternativa contra os riscos de queda nos preços praticados durante a safra. Ao final do período contratado, o produtor pode optar por vender o grão ao governo ou buscar melhor preço no mercado.
Pela PGPM a Conab adquire por um preço mínimo os excedentes de produção do mercado, corrigindo as distorções de preços ao produtor, garantindo o sustento de sua renda e uma remuneração mínima para sua colheita.
TV por assinatura no Brasil
Rio de Janeiro: Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, abril de 2005, 153p. (Dissertação de Mestrado. Orientador: Denis de Moraes).
A dissertação procura analisar as alterações no mercado de TV por assinatura no Brasil em um momento, identificado pelo autor, como “de reestruturação e reposicionamento das empresas dianteda crise financeira e da convergência tecnológica”.
Partindo da visão conceitual sobre a inserção da televisão por assinatura no contexto da comunicação globalizada, aborda as influências e o modelo desenvolvido pela indústria de TV por
assinatura no país, acrescentando também à análise uma caracterização dos momentos mais recentes das principais empresas do setor frente ao mercado atual.
A dissertação procura visualizar a partir do que é identificação como mudança de paradigma econômico e tecnológico, formando o mercado global de comunicações, a inserção da comunicação nesse cenário. Para isso centra parte de sua argumentação no exame da política recente de desregulamentação das economias nacionais, incluindo a atuação dos governos e dos organismos internacionais.
Focando sua análise no mercado brasileiro, procura traçar um panorama das empresas globais e nacionais que atuam no país, relacionando o mercado de TV por assinatura no Brasil ao mercado
global, a partir do processo de diversificação de serviços e digitalização das plataformas de TV a cabo.
Partindo de uma questão central – diante da convergência tecnológica e da internacionalização da mídia, num ambiente de desregulamentação e privatização global do capitalismo, a TV por assinatura, longe de ser pluralista, destaca-se por seu caráter monopolista? – desenvolve sua argumentação em quatro capítulos, procurando não apenas constatar, mas entender por que o cenário é configurado politicamente dessa forma.
O primeiro apresenta o cenário: mudança do paradigma tecnológico, interferência nos setores da economia, reconfiguração do sistema produtivo e da circulação de capital; surgimento de corporações- rede e mercados internacionalizados.
O segundo capítulo trata especificamente da formação da TV por assinatura como atividade intrínseca ao processo de globalização. O terc e i ro mostra o panorama deste mercado no Brasil,
cuja principal característica é o “duopólio dos grupos Globo e Abril”.
Além disso, procede a uma interessante análise destacando que o paradigma de TV por assinatura adotado no país têm vínculos estreitos com a historicidade brasileira: o modelo de serviços e o modelo de importação de programação, já desenvolvidos durante o período pós-64.
O mercado de TV por assinatura é, pois, profundamente influenciado pela tradição monopolista da TV abert a e pelo modelo de importação de conteúdos informativos e culturais,
também presentes na televisão brasileira desde a década de 1960.
No último capítulo procura apresentar os movimentos mais recentes e de maior impacto da TV por assinatura no país, enfocando as mudanças no mercado com o processo de fusão entre as
p l a t a f o rmas Sky e DirecTV e as negociações que envolvem a aquisição da Net pela Telmex, entre outros.
Se, como procura mostrar, o processo de monopolização no mercado de mídia é uma realidade observada em dados reais, há paralelamente uma restrição cada vez maior da diversidade info rmativa e da pluralidade cultural, vinculando a programação da TV por assinatura no Brasil a um número cada vez mais reduzido de corporações internacionais.
Balizando a questão teórica do papel das tecnologias da comunicação na atualidade – a partir do enfoque dos chamados novos paradigmas do capitalismo frente ao mercado de comunicação
– acrescenta a sua análise uma pesquisa empírica sobre o mercado de TV por assinatura no país, incluindo legislação e periódicos especializados em telecomunicações e em TV por assinatura, o que confere a dissertação o aspecto essencial de correlacionar a base teórica a uma análise empírica plenamente configurada.
Por último, a partir da análise dos dados mais recentes, há a sinalização de que o mercado de TV por assinatura no Brasil, controlado por empresas que dominavam tanto a infra-estrutura como o conteúdo, caminha para a consolidação das empresas que agregam as atividades mais importantes nesta indústria: infraestrutura de redes e provimento de conteúdos.
Na avaliação do autor, o momento atual indica uma transformação do panorama de controle do mercado de TV por assinatura, que, até então dividido entre duas empresas (o que ele chama
duopólio Globo e Abril), será substituído por um outro tipo de monopólio, em um processo de concentração que envolve não apenas o mercado de TV por assinatura, mas o “controle das redes de comunicação, as chamadas superestradas da informação”. Em última análise, esse processo, poderá, na sua avaliação, levar a uma concentração ainda mais brutal, ampliando de forma assombrosa o poder das grandes corporações de mídia.
Autora: Marinalva Barbosa
Doutora em História. Professora do Pós-Graduação em Comunicação e do Departamento
de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense. Coordenadora do NP de
Jornalismo da Intercom.
Juarez é cassado e ficará inelegível por 3 anos
Tim lança Iphone 3G a partir de R$ 699,00

Tim lança Iphone 3G nesta sexta-feira
RIO - A TIM anunciou o lançamento do iPhone 3G a partir desta sexta-feira. O aparelho poderá ser adquirido com planos exclusivos, a partir de R$93 por mês, com diversas opções para atender aos novos e atuais clientes da TIM.
O iPhone 3G reúne todos os revolucionários atributos do iPhone com a conexão 3G, duas vezes mais rápida que o modelo anterior, GPS integrado e o novo software iPhone 2.2, que inclui suporte para Microsoft Exchange ActiveSync e roda milhares de aplicações de parceiros disponíveis na Apple App Store.
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- Estamos trazendo o iPhone 3G para o Brasil com uma oferta única para novos e atuais clientes com serviços de voz, SMS e dados com tarifas muito vantajosas e aparelhos com preços extremamente competitivos- afirma Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM Brasil
Fonte: JB Online


