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Sinop continua sem o Hospital Regional. Governo Federal, Estadual e Municipal não liberam recursos


Hospital de Sinop - O Ministéria da Saúde não sinalisou que repassará recursos para colocar em funcionamento o Hospital de Sinop, o Prefeito da Cidade e o Governo de Mato Grosso também alegam não ter dinheiro. A demanda continuará na ‘ambulânciaterapia’ superlotando ainda mais os Pronto Socorros de Cuiabá e Várzea Grande, e toda sociedade, incentivada pela mídia joga toda culpa nos prefeitos das duas cidades enquanto o governo federal e do estado tira o corpo fora.

A Secretaria de Estado de Saúde suspendeu o chamamento público para escolher uma Organização Social de Saúde (OSS) para abrir e administrar o Hospital Regional de Sinop, cujas aberturas de envelopes estavam previstas para amanhã (9).

Segundo a publicação no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (8), a suspensão foi feita “em razão do Ministério da Saúde não ter sinalizado até a presente data o repasse financeiro que irá custear as ações de investimento e reforma do referido hospital”.

O governo de Mato Grosso e a Prefeitura de Sinop aguardavam a liberação de pelo menos R$ 8 milhões da União para a unidade entrar em funcionamento. O dinheiro será usado para fazer adequações estruturais no prédio e comprar equipamentos cirúrgicos.

O prédio está pronto desde 2008 e conta com espaço para 74 leitos, além de UTI adulto e neonatal. O hospital foi repassado para o Estado torná-lo regional porque a Prefeitura de Sinop, segundo o prefeito Juarez Costa (PMDB), não tem condições financeiras de arcar com as despesas para atender cerca de 30 municípios da região.

A “carga regional” de atendimentos já é sentida no Pronto Atendimento (P.A) de Sinop, que recebe pacientes de praticamente todo o Nortão de Mato Grosso e até do Sul do Pará.

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Concurso Campo Verde 2012 (MT)


Concurso em Campo Verde(MT) - A Prefeitura de Campo Verde(MT) abre concurso público com 26 vagas. A cidade está localizada a 130 km de Cuiabá e com uma população de aproximadamente 32 mil habitantes.

Vagas e salários
Serão disponibilizados, no total, 26 postos de trabalho, cujos salários chegam a R$ 4.605,66, para regime de trabalho de 20, 30 e 40 horas semanais.

Inscrições de 27 de fevereiro a 11 de março
As inscrições deverão ser realizadas no site da Consulplan, organizadora do concurso, ou no endereço indicado no edital, até o dia 11 de março. O valor da taxa varia entre R$ 50 e R$ 80.

A previsão é que as Provas Objetivas sejam aplicadas em 1° de abril.

Confira as vagas e cargos para cada nível de escolaridade:

- Nível Fundamental: Agente Comunitário de Saúde para as áreas de Zacarias Furtado de Lima, São Miguel, Limeira, Jupiara, João Ponce de Arruda, Garbugio, Dom Osório e 28 de Outubro;

- Nível Médio / Técnico: Técnico de Higiene Dental, Cuidador Social e Atendente de Biblioteca;


- Nível Superior: Psicólogo, Professor de Educação Física e Matemática, Procurador Municipal, Dentista, Bioquímico e Assistente Social.

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Computação corporativa: Brasil fica em último em ambiente para negócios de cloud


O Japão é o país que está mais preparado em termos de infraestrutura tecnológica e regulamentações sustentar o crescimento de cloud computing. A constatação vem de um estudo mundial realizado pela Business Software Alliance (BSA) com 24 nações. O Brasil aparece em último lugar do ranking atrás de outros mercados emergentes como Índia, Rússia e China.

Batizado de Global Cloud Scorecard, o estudo da BSA constatou que há uma colcha de regulamentos conflitantes nos 24 países analisados e que podem ameaçar os negócios de cloud computing. Para evitar que isso aconteça, a entidade traçou recomendações que podem ser úteis para os governos dessas nações.
Juntos os 24 países analisados respondem por 80% do mercado mundial de Tecnologia da Informação e Comunicação. Segundo a BSA, o levantamento teve o objetivo de avaliar o potencial econômico da nuvem nesses mercados e sugerir mudanças que os governos locais precisam fazer. De acordo com a associação, é preciso melhorar as políticas e regulamentações para atender o modelo de cloud computing com processamento de dados que atravessa as fronteiras.

Os países foram pontuados, levando em consideração suas leis e regulamentos para prestação de serviços de cloud olhando sete áreas: privacidade de dados; segurança cibernética: controle do cibercrime; preservação da propriedade intelectual, tecnologia de interoperabilidade e harmonização legal; livre comércio; e infraestrutura de TI.

Os dez primeiros colocados que apresentam políticas mais robustas para negócios na nuvem são Japão, Austrália, Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido, Coreia, Espanha, e Singapura.
"Os verdadeiros benefícios da computação em nuvem vêm com escala", disse o presidente e CEO da BSA, Robert Holleyman. Ele observa que em uma economia global, os provedores de serviços precisam ter capacidade para entregar serviço em qualquer parte do mundo.

Entretanto, Holleyman destaca que esse modelo exige leis e regulamentos para permitir o fluxo de dados facilmente além fronteiras. Cada país tem suas regras para comércio dos serviços digitais, mas os governos terão de harmonizá-las para acompanhar essa tendência, diz ele.

Diferença entre as nações
O estudo constatou que o ambiente para cloud apresenta características diferentes entre as economias avançadas e em desenvolvimento. No Japão, Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, há bases legais sólidas e regulamentos para suportar o crescimento da computação em nuvem. Já em países emergentes como China, Índia e Brasil, ainda há muito a ser feito para integração com a nuvem global.

O Japão se classificou em primeiro lugar porque, segundo a BSA, tem proteções de privacidade abrangentes que não inibem o comércio digital. Conta ainda com uma gama de proteção penal e infraestrutura de TI robusta. O país asiático é ainda líder no desenvolvimento de normas internacionais de tecnologia.
Uma descoberta surpreendente do estudo é que alguns dos países que estão indo bem também possuem leis e regulamentos que entram em conflito com outras nações. Exemplo disso é o regulamento da União Europeia de Proteção de Dados que podem gerar impacto econômico para os negócios em grande escala na nuvem.

"Para ter um mercado de nuvem global não precisamos que as de leis de todos os países sejam idênticas. Mas elas têm que ser compatíveis", disse Holleyman. Regras de privacidade e segurança são especialmente importantes. Elas devem promover com eficiência a administração de dados e ao mesmo tempo incentivar o comércio internacional, afirma o presidente da BSA.

Para ajudar os países, a BSA propõe sete políticas que os governos devem reforçar para expandir as oportunidades econômicas na nuvem:
1- Proteger a privacidade dos usuários ao permitir o livre fluxo de dados e comércio.
2- Promover práticas avançadas de cibersegurança sem exigir o uso de tecnologias específicas.
3- Combater o cibercrime com medidas claras e ações contra os criminosos.
4- Oferecer proteção reforçada contra a apropriação indébita e violação das tecnologias em nuvem.
5- Encorajar abertura e interoperabilidade entre provedores de cloud computing.
6- Promover o livre comércio, diminuindo as barreiras e eliminar as preferências por determinados produtos ou empresas.
7- Oferecer incentivos para o setor privado investir em infraestrutura de banda larga e promover a inclusão digital.

 Veja a seguir o ranking dos 24 países analisados e a sua pontuação:
  1. Japão – 83,3
  2. Austrália – 79, 2
  3. Alemanha - 79.0
  4. Estados Unidos  - 78,6
  5. França - 78,4
  6. Itália 76,6
  7. Reino Unido - 76,6
  8. Coreia - 76,0
  9. Espanha – 73,9
  10. Singapura 72,2
  11. Polônia - 70,7
  12. Canadá - 70,4
  13. Malásia - 59,2
  14. México - 56,4
  15. Argentina - 55, 1
  16. Rússia-  52,3
  17. Turquia - 52, 1
  18. África do Sul – 50,4
  19. Índia- 50,0
  20. Indonésia- 49,7
  21. China - 47,5
  22. Tailândia - 42,6
  23. Vietnã - 39,5
  24. Brasil- 35,1
Fonte: Idg Now

UFMT anuncia que primeira turma de Enfermagem de Alta Floresta em maio


UFMT em Alta Floresta - A Universidade Federal de Mato Grosso está acertando os procedimentos legais para se instalar em Alta Floresta. A autorização está concedida. Caberá ao município custear despesas de estrutura e do corpo docente para o curso de Enfermagem, o primeiro a ser oferecido, que terá duração de 10 semestres. O valor total do investimento é de R$ 1.138 milhão.

O termo de compromisso está assinado e cabe agora, a UFMT, realizar o vestibular que da primeira turma, com 35 vagas. A previsão é seja realizado no final de maio e, as aulas, iniciem em agosto.

O pró-reitor Marco Antonio Pinto disse que a universidade ampliará a oferta de cursos e prometeu lutar pela implantação de um campus em Alta Floresta. "Iniciamos nossa história neste momento com o curso de enfermagem. A intenção é começar 2013 com o curso de farmácia e para 2014 queremos trazer para Alta Floresta um dos quatro novos campus que serão instalados em Mato Grosso dentro do programa de expansão das universidades federais proposto pelo governo federal".

A prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura, agradeceu o empenho de todos e lembrou que a evolução e o crescimento necessariamente passam pela educação. "As pessoas dizem que com saúde se consegue tudo. Eu acredito que para conseguir o que se quer na vida, é preciso ter educação. O conhecimento é a chave do sucesso. As pessoas que ousaram sonhar este sonho, não ficaram esperando a providência divina, usaram o talento dado por Deus para fazer as coisas acontecerem".

Para o deputado federal Nilson Leitão, autor do pedido de audiência para debater a interiorização da UFMT em Alta Floresta, o momento é de festa. "A população de Alta Floresta e região tem muito a comemorar. Iniciamos a luta, mas a realização deste sonho é de todas aquelas pessoas que acreditaram que era possível realizar. Vamos comemorar, sem perder o foco de que é preciso e possível fazer mais e melhor", finalizou. Fonte: Só Notícias

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Obra de faculdade particular de Sinop é paralisada pela justiça


A Justiça concedeu liminar ao Ministério Público do Trabalho e determinou a paralisação das obras de ampliação de uma faculdade particular de Sinop (500 norte de Cuiabá). Elas ficarão suspensas por 30 dias até que sejam regularizadas as "falhas" trabalhistas constatadas em vistoria no último dia 9. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 10 mil para cada item. Uma audiência está marcada para acontecer em março.

De acordo com assessoria do MPT, entre as irregularidades, os procuradores do trabalho Leontino Ferreira de Lima Júnior e Marcos Mauro Rodrigues Buzato, além do analista processual Leandro Marcidelli de Almeida, constataram não haver fornecimento de equipamentos de proteção individual; inexistência de adoção de medidas de proteção coletiva para evitar quedas e permanência de trabalhador sobre andaimes irregulares.

Os procuradores também constaram um elevador de transporte de materiais instalado de forma irregular, além de outros funcionários terem relatado acontecido um acidente de trabalho em novembro. Fonte: Só Notícias


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