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TV por assinatura no Brasil

O mercado de TV por assinatura no Brasil: crise e reestruturação diante da convergência tecnológica.

Rio de Janeiro: Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, abril de 2005, 153p. (Dissertação de Mestrado. Orientador: Denis de Moraes).

A dissertação procura analisar as alterações no mercado de TV
por assinatura no Brasil em um momento, identificado pelo autor, como “de reestruturação e reposicionamento das empresas dianteda crise financeira e da convergência tecnológica”.

Partindo da visão conceitual sobre a inserção da televisão por assinatura no contexto da comunicação globalizada, aborda as influências e o modelo desenvolvido pela indústria de TV por
assinatura no país, acrescentando também à análise uma caracterização dos momentos mais recentes das principais empresas do setor frente ao mercado atual.

A dissertação procura visualizar a partir do que é identificação como mudança de paradigma econômico e tecnológico, formando o mercado global de comunicações, a inserção da comunicação nesse cenário. Para isso centra parte de sua argumentação no exame da política recente de desregulamentação das economias nacionais, incluindo a atuação dos governos e dos organismos internacionais.

Focando sua análise no mercado brasileiro, procura traçar um panorama das empresas globais e nacionais que atuam no país, relacionando o mercado de TV por assinatura no Brasil ao mercado
global, a partir do processo de diversificação de serviços e digitalização das plataformas de TV a cabo.

Partindo de uma questão central – diante da convergência tecnológica e da internacionalização da mídia, num ambiente de desregulamentação e privatização global do capitalismo, a TV por assinatura, longe de ser pluralista, destaca-se por seu caráter monopolista? – desenvolve sua argumentação em quatro capítulos, procurando não apenas constatar, mas entender por que o cenário é configurado politicamente dessa forma.

O primeiro apresenta o cenário: mudança do paradigma tecnológico, interferência nos setores da economia, reconfiguração do sistema produtivo e da circulação de capital; surgimento de corporações- rede e mercados internacionalizados.

O segundo capítulo trata especificamente da formação da TV por assinatura como atividade intrínseca ao processo de globalização. O terc e i ro mostra o panorama deste mercado no Brasil,
cuja principal característica é o “duopólio dos grupos Globo e Abril”.

Além disso, procede a uma interessante análise destacando que o paradigma de TV por assinatura adotado no país têm vínculos estreitos com a historicidade brasileira: o modelo de serviços e o modelo de importação de programação, já desenvolvidos durante o período pós-64.

O mercado de TV por assinatura é, pois,
profundamente influenciado pela tradição monopolista da TV abert a e pelo modelo de importação de conteúdos informativos e culturais,
também presentes na televisão brasileira desde a década de 1960.

No último capítulo procura apresentar os movimentos mais
recentes e de maior impacto da TV por assinatura no país, enfocando as mudanças no mercado com o processo de fusão entre as
p l a t a f o rmas Sky e DirecTV e as negociações que envolvem a aquisição da Net pela Telmex, entre outros.

Se, como procura mostrar, o processo de monopolização no mercado de mídia é uma realidade observada em dados reais, há paralelamente uma restrição cada vez maior da diversidade info rmativa e da pluralidade cultural, vinculando a programação da TV por assinatura no Brasil a um número cada vez mais reduzido de corporações internacionais.

Balizando a questão teórica do papel das tecnologias da comunicação na atualidade – a partir do enfoque dos chamados novos paradigmas do capitalismo frente ao mercado de comunicação
– acrescenta a sua análise uma pesquisa empírica sobre o mercado de TV por assinatura no país, incluindo legislação e periódicos especializados em telecomunicações e em TV por assinatura, o que confere a dissertação o aspecto essencial de correlacionar a base teórica a uma análise empírica plenamente configurada.

Por último, a partir da análise dos dados mais recentes, há a sinalização de que o mercado de TV por assinatura no Brasil, controlado por empresas que dominavam tanto a infra-estrutura como o conteúdo, caminha para a consolidação das empresas que agregam as atividades mais importantes nesta indústria: infraestrutura de redes e provimento de conteúdos.

Na avaliação do autor, o momento atual indica uma transformação do panorama de controle do mercado de TV por assinatura, que, até então dividido entre duas empresas (o que ele chama
duopólio Globo e Abril), será substituído por um outro tipo de monopólio, em um processo de concentração que envolve não apenas o mercado de TV por assinatura, mas o “controle das redes de comunicação, as chamadas superestradas da informação”. Em última análise, esse processo, poderá, na sua avaliação, levar a uma concentração ainda mais brutal, ampliando de forma assombrosa o poder das grandes corporações de mídia.

Autora: Marinalva Barbosa
Doutora em História. Professora do Pós-Graduação em Comunicação e do Departamento
de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense. Coordenadora do NP de
Jornalismo da Intercom.




Juarez é cassado e ficará inelegível por 3 anos

Situação política em Sinop

O juiz eleitoral de Sinop, João Manoel Guerra, cassou nesta segunda (15) o registro da candidatura do prefeito eleito Juarez Costa (PMDB) e o tornou inelegível pelos próximos três anos. Também puniu com a cassação do registro o vice-prefeito eleito Almeri Bampi (PT). Agora, Sinop terá uma nova eleição e Juarez, se não conseguir derrubar a decisão de primeiro grau, ficará impedido de concorrer ao pleito de novo.

Ele é acusado de abuso de poder econômico. O que mais o complicou foram apreensões de tickets-combustíveis durante a campanha. O Ministério Público Eleitoral chegou a levantar indícios de que combustíveis que teriam sido fornecidos para atender a campanha do peemedebista teriam sido patrocinados pela Assembléia Legislativa, através da empresa ADM. Juarez foi eleito com 34.069 votos (68,15%), enquanto seu único adversário, empresário Paulo Fiúza (PV), teve 15.922 votos (31,85%).

O clima é tenso no município. Os aliados de Juarez se mostram revoltados. O advogado Alexandre Gonçalves Pereira disse que a decisão do magistrado de cassar o seu cliente e torná-lo inelegível já era esperada, já que, segundo ele, "o juiz é tendencioso" e "parcial". A banca de advogados do prefeito eleito está reunida com intuito de preparar recurso a ser impetrado na quarta (17) junto ao Tribunal Regional Eleitoral. "Estamos fazendo uma análise minuciosa para planejar nossa defesa. O juiz foi extremamente parcial e, por isso, não nos surpreendeu. Basta ler a sua sentença, para perceber que ela é permeada de parcialidade", dispara o advogado Alexandre.

Este é o segundo registro de prefeito eleito, curiosamente do PMDB, cassado pelo juiz João Guerra. O primeiro foi Vilmar Gianchini, o Vilmar Matão, de Cláudia. Ele também acusou o magistrado de decidir "com parcialidade" .

(12h45) - Juarez continuará na AL; Brito perde vaga

Se não conseguir reverter na Justiça a cassação do seu registro, Juarez Costa, mesmo eleito nas urnas com 70% dos votos válidos, terá de se contentar com a cadeira de deputado estadual, conquistada em 2006. O seu mandato se estende até 2010. Nesse caso, perde a chance de assumir em definitivo na cadeira de Juarez o suplente Antonio Brito. Em princípio, a coligação Unidade e Trabalho II (PMDB/PL) havia aberto três vagas, incluindo a cassação por infidelidade partidária do deputado Walter Rabello. No lugar de Rabello se efetivou Nilson Santos (PMDB), de Colíder. Outras duas vagas tinham sido abertas, com as eleições para prefeito de Juarez, em Sinop, é de Zé do Pátio, em Rondonópolis. Por enquanto, quem tem a garantia na cadeira na AL é Jota Barreto, que substituirá Pátio. O problema é que o prefeito eleito de Rondonópolis também está "encrencado" com processo na Justiça por suposta compra de votos. O curioso é que Barreto não apoiou Pátio. Foi um dos cabos eleitorais do prefeito Adilton Sachetti (PR), derrotado à reeleição pelo peemedebista.

(13h) - Vereador Mauro deve virar prefeito tampão

Com a cassação do registro de Juarez Costa, quem deve assumir a Prefeitura de Sinop por, ao menos três meses, é o vereador reeleito Mauro Garcia, do mesmo PMDB do prefeito eleito. A eleição à presidência da Câmara Municipal acontece em 1º de janeiro, logo após a posse dos 11 novos parlamentares. Acontece que, desde já, existe um acordo da bancada de apoio a Juarez pela eleição de Mauro.

A nova Mesa já tem até o vice-presidente "eleito" com antecedência. Trata-se de Sérgio Palmasola (PDT). Nesse caso, a tendência é que Mauro vire prefeito "tampão", até que a Justiça Eleitoral julgue recurso de Juarez ou então convoque nova eleição e proclame o resultado. Nesse interím, Sérgio comandará o Legislativo.



Fonte: RDNews


Tim lança Iphone 3G a partir de R$ 699,00


Tim lança Iphone 3G nesta sexta-feira


RIO - A TIM anunciou o lançamento do iPhone 3G a partir desta sexta-feira. O aparelho poderá ser adquirido com planos exclusivos, a partir de R$93 por mês, com diversas opções para atender aos novos e atuais clientes da TIM.

O iPhone 3G reúne todos os revolucionários atributos do iPhone com a conexão 3G, duas vezes mais rápida que o modelo anterior, GPS integrado e o novo software iPhone 2.2, que inclui suporte para Microsoft Exchange ActiveSync e roda milhares de aplicações de parceiros disponíveis na Apple App Store.

Com um exclusivo portifólio de cinco ofertas customizadas especialmente para o iPhone 3G, a TIM oferecerá mensalidades entre R$ 93 e R$ 299 e modelos entre R$ 1.599 e R$ 699, variando de acordo com o perfil escolhido.

- Estamos trazendo o iPhone 3G para o Brasil com uma oferta única para novos e atuais clientes com serviços de voz, SMS e dados com tarifas muito vantajosas e aparelhos com preços extremamente competitivos- afirma Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM Brasil

Fonte: JB Online

juiz decide até 2ª se haverá nova eleição em Sinop

Prédio da Prefeitura de Sinop. Juarez já tem dúvida se
assumirá o comando em 01 de janeiro



O juiz eleitoral da Comarca de Sinop, João Manoel Pereira Guerra, confirmou, que até a próxima segunda-feira, o pedido da promotora eleitoral Laís Glauce dos Santos, para que seja cassado o registro de candidatura do prefeito eleito, Juarez Costa (PMDB), seus votos sejam declarados nulos e ocorra nova eleição, apontando que houve abuso de poder econômico e político nas eleições e uso de combustível, "doado pela Assembléia Legislativa" para a campanha de Juarez, através da empresa ADM (segmento combustível), sediada em Cuiabá. "Vou analisar detalhadamente a manifestação do Ministério Público, da defesa e decidirei até a próxima segunda-feira", disse o magistrado.

Guerra admitiu que, "diante da dimensão deste caso", deve priorizar sua análise e lembrou que tem um grande número de decisões para serem tomadas em relação a prestação de contas dos candidatos dos municípios da 24ª zona eleitoral.
O juiz ainda preside, esta semana, um júri popular que, consumirá um dia inteiro de trabalho.

No processo dos julgamentos das contas do prefeito eleito, o Ministério Público, conforme Só Notícias já informou, aponta ainda que houve falsificação das assinaturas de Juarez Costa em recibos de prestação de contas e aponta que o caso dos vale-combustível apreendidos em um posto é considerada irregularidade insanável e emitiu parecer pela reprovação.

A assessoria jurídica de Juarez Costa alega que a denúncia da promotora é infundada e que "ela presumiu que os vales-combustíveis seriam da Assembléia", destacando ainda que a perícia feita nos vales e anexada aos autos não aponta que foram fornecidos pela Assembléia Legislativa para Juarez Costa, que é deputado estadual.

Fonte: Só notícias


"Maggi está sendo omisso em Colniza" Diz deputado Riva


Maurício Barbant

Para Riva, está mais do que na hora do Governo agir no município


Irritado com o descaso com que o Governo do Estado vem tratando os problemas de ordem fundiária, o primeiro-secretário da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual José Riva (PP), disse hoje (10) que já cansou de cobrar do governador Blairo Maggi (PR) solução para os conflitos de terras em Guariba, distrito de Colniza (1065 Km de Cuiabá). Contudo, até o momento, não obteve nenhuma resposta positiva do chefe do Poder Executivo estadual.

“Eu já cobrei muito providências para essa situação de Colniza, mas chega um ponto que a gente desiste. Na verdade, o governador esteve lá em Guariba e tudo que a gente conversou lá não prosperou. O estado não fez a parte dele na questão fundiária”, afirmou.

Para Riva, o mais preocupante é a forma como agem os grileiros, ocupando área pública e privada com fins comerciais; assassinando pessoas pela posse da terra; explorando de forma ilegal a madeira da região, tudo isso sem qualquer intervenção do estado. “Existe o silêncio total do estado. O estado tinha que ir pra lá com sua estrutura de governo para tentar resolver esse problema”, protestou Riva, indignado com a omissão de Maggi.

(Glaucia Colognesi - Fonte: PnBOnline)
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